{"id":1486,"date":"2023-09-11T16:00:56","date_gmt":"2023-09-11T19:00:56","guid":{"rendered":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/?p=1486"},"modified":"2023-09-12T15:20:03","modified_gmt":"2023-09-12T18:20:03","slug":"tjdf-operadora-e-condenada-a-devolver-em-dobro-valor-de-cobrancas-indevidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/?p=1486","title":{"rendered":"TJDF &#8211; Operadora \u00e9 condenada a devolver em dobro valor de cobran\u00e7as indevidas"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1487\" src=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/PUBLICACAO-187-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/PUBLICACAO-187-300x300.jpg 300w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/PUBLICACAO-187-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/PUBLICACAO-187-150x150.jpg 150w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/PUBLICACAO-187-768x768.jpg 768w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/PUBLICACAO-187.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A 3\u00aa Turma C\u00edvel do Tribunal de Justi\u00e7a do Distrito Federal e dos Territ\u00f3rios (TJDFT) manteve decis\u00e3o que condenou a Claro S\/A ao pagamento em dobro do valor das cobran\u00e7as indevidas feitas \u00e0 cliente. Dessa forma, a empresa dever\u00e1 desembolsar a quantia de R$ 7.639,48, a t\u00edtulo de danos materiais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com o processo, a mulher contratou a r\u00e9 para fornecer os servi\u00e7os de TV por assinatura, internet residencial e telefonia. Por\u00e9m, devido a problemas com os servi\u00e7os prestados pela empresa, decidiu cancelar a internet e a TV por assinatura. Apesar da solicita\u00e7\u00e3o de cancelamento, as cobran\u00e7as continuaram a ser feitas mensalmente.\u00a0 Segundo a autora, teve o sinal de telefonia desabilitado e mesmo assim as faturas continuaram a ser cobradas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No recurso, a operadora alega que n\u00e3o praticou nenhum ato il\u00edcito e que a autora n\u00e3o comprovou os danos sofridos. Argumenta que n\u00e3o h\u00e1 que se falar em danos materiais de maneira dobrada e que a indeniza\u00e7\u00e3o de R$ 7.639,48 \u00e9 desproporcional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao julgar o recurso, a Turma C\u00edvel ressaltou que a empresa praticou ato il\u00edcito em virtude da falha na presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os e das cobran\u00e7as indevidas. Explicou que os protocolos de atendimentos e de ata notarial s\u00e3o provas inequ\u00edvocas da notifica\u00e7\u00e3o realizada pela consumidora a respeito da rescis\u00e3o do contrato.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, &#8220;n\u00e3o resta d\u00favida da atua\u00e7\u00e3o com m\u00e1-f\u00e9 da apelante, uma vez que, recebido o pedido de rescis\u00e3o do plano, efetuou cobran\u00e7as e as reiterou, conforme demonstrado pelas faturas e comprovantes de pagamento juntados pela autora. Portanto, correta a condena\u00e7\u00e3o pela repeti\u00e7\u00e3o em dobro dos valores pagos indevidamente &#8220;, concluiu a Desembargadora relatora do processo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Acesse o PJe2 e confira o processo: 0713686-77.2022.8.07.0001<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Tribunal de Justi\u00e7a do Estado de Distrito Federal<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 3\u00aa Turma C\u00edvel do Tribunal de Justi\u00e7a do Distrito Federal e dos Territ\u00f3rios (TJDFT) manteve decis\u00e3o que condenou a Claro S\/A ao pagamento em dobro do valor das cobran\u00e7as indevidas feitas \u00e0 cliente. Dessa forma, a empresa dever\u00e1 desembolsar a quantia de R$ 7.639,48, a t\u00edtulo de danos materiais. De acordo com o processo, a mulher contratou a r\u00e9 para fornecer os servi\u00e7os de TV por assinatura, internet residencial e telefonia. Por\u00e9m, devido a problemas com os servi\u00e7os prestados pela empresa, decidiu cancelar a internet e a TV por assinatura. Apesar da solicita\u00e7\u00e3o de cancelamento, as cobran\u00e7as continuaram a ser feitas mensalmente.\u00a0 Segundo a autora, teve o sinal de telefonia desabilitado e mesmo assim as faturas continuaram a ser cobradas. No recurso, a operadora alega que n\u00e3o praticou nenhum ato il\u00edcito e que a autora n\u00e3o comprovou os danos sofridos. Argumenta que n\u00e3o h\u00e1 que se falar em danos materiais de maneira dobrada e que a indeniza\u00e7\u00e3o de R$ 7.639,48 \u00e9 desproporcional. Ao julgar o recurso, a Turma C\u00edvel ressaltou que a empresa praticou ato il\u00edcito em virtude da falha na presta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os e das cobran\u00e7as indevidas. Explicou que os protocolos de atendimentos e de ata notarial s\u00e3o provas inequ\u00edvocas da notifica\u00e7\u00e3o realizada pela consumidora a respeito da rescis\u00e3o do contrato. 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