{"id":1718,"date":"2023-10-05T18:00:20","date_gmt":"2023-10-05T21:00:20","guid":{"rendered":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/?p=1718"},"modified":"2023-10-09T15:40:57","modified_gmt":"2023-10-09T18:40:57","slug":"tjsc-passageiro-recem-operado-que-adquiriu-bilhete-de-assento-especial-mas-nao-usufruiu-sera-indenizado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/?p=1718","title":{"rendered":"TJSC &#8211; Passageiro rec\u00e9m-operado que adquiriu bilhete de assento especial, mas n\u00e3o usufruiu ser\u00e1 indenizado"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1719\" src=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/PUBLICACAO-260-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/PUBLICACAO-260-300x300.jpg 300w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/PUBLICACAO-260-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/PUBLICACAO-260-150x150.jpg 150w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/PUBLICACAO-260-768x768.jpg 768w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/PUBLICACAO-260.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No norte do Estado, uma empresa de transporte coletivo foi condenada a indenizar um passageiro em fase de recupera\u00e7\u00e3o cir\u00fargica, obrigado a viajar por mais de 14 horas em uma poltrona de categoria inferior \u00e0 contratada. O processo foi analisado pelo ju\u00edzo da 1\u00aa Vara da comarca de Balne\u00e1rio Pi\u00e7arras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O cliente adquiriu passagem para o trajeto de Santa Maria\/RS at\u00e9 Balne\u00e1rio Pi\u00e7arras\/SC na categoria semileito, uma vez que se submetera a procedimento cir\u00fargico para tratar h\u00e9rnia de disco lombar no m\u00eas anterior. Contudo, ao embarcar, foi surpreendido com a aus\u00eancia da poltrona especial contratada, sendo assim obrigado a fazer o percurso em assento convencional, enfrentando dores e desconforto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em sua defesa, a empresa alegou que o \u00f4nibus em que a parte autora viajou corresponde \u00e0 classifica\u00e7\u00e3o semileito, de acordo com o laudo de inspe\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica emitido pela Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), de modo que n\u00e3o cometeu ato il\u00edcito. Contudo, destacou o magistrado na senten\u00e7a, embora a parte requerida tenha apresentado laudo de inspe\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica emitido pela ANTT, ela n\u00e3o comprovou a rela\u00e7\u00e3o do aludido laudo com o \u00f4nibus que realizou a viagem discutida nos autos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA parte autora foi submetida a uma viagem de aproximadamente 14 horas em poltrona que n\u00e3o atenderia ao conforto necess\u00e1rio para a recupera\u00e7\u00e3o de seu tratamento de h\u00e9rnia de disco lombar, sobretudo um m\u00eas depois de ter realizado cirurgia. Nasce, assim, o dever de indenizar. Ante o exposto, condeno a parte requerida ao pagamento de R$ 87,12, a t\u00edtulo de danos materiais, e da quantia de R$ 3.000,00, a t\u00edtulo de danos morais\u201d, determina (Autos n.\u00a0 5000425-46.2023.8.24.0048\/SC).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Tribunal de Justi\u00e7a de Santa Catarina<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No norte do Estado, uma empresa de transporte coletivo foi condenada a indenizar um passageiro em fase de recupera\u00e7\u00e3o cir\u00fargica, obrigado a viajar por mais de 14 horas em uma poltrona de categoria inferior \u00e0 contratada. O processo foi analisado pelo ju\u00edzo da 1\u00aa Vara da comarca de Balne\u00e1rio Pi\u00e7arras. O cliente adquiriu passagem para o trajeto de Santa Maria\/RS at\u00e9 Balne\u00e1rio Pi\u00e7arras\/SC na categoria semileito, uma vez que se submetera a procedimento cir\u00fargico para tratar h\u00e9rnia de disco lombar no m\u00eas anterior. Contudo, ao embarcar, foi surpreendido com a aus\u00eancia da poltrona especial contratada, sendo assim obrigado a fazer o percurso em assento convencional, enfrentando dores e desconforto. Em sua defesa, a empresa alegou que o \u00f4nibus em que a parte autora viajou corresponde \u00e0 classifica\u00e7\u00e3o semileito, de acordo com o laudo de inspe\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica emitido pela Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), de modo que n\u00e3o cometeu ato il\u00edcito. Contudo, destacou o magistrado na senten\u00e7a, embora a parte requerida tenha apresentado laudo de inspe\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica emitido pela ANTT, ela n\u00e3o comprovou a rela\u00e7\u00e3o do aludido laudo com o \u00f4nibus que realizou a viagem discutida nos autos. \u201cA parte autora foi submetida a uma viagem de aproximadamente 14 horas em poltrona que n\u00e3o atenderia ao conforto necess\u00e1rio para a recupera\u00e7\u00e3o de seu tratamento de h\u00e9rnia de disco lombar, sobretudo um m\u00eas depois de ter realizado cirurgia. Nasce, assim, o dever de indenizar. Ante o exposto, condeno a parte requerida ao pagamento de R$ 87,12, a t\u00edtulo de danos materiais, e da quantia de R$ 3.000,00, a t\u00edtulo de danos morais\u201d, determina (Autos n.\u00a0 5000425-46.2023.8.24.0048\/SC). 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