{"id":1774,"date":"2023-10-10T14:00:26","date_gmt":"2023-10-10T17:00:26","guid":{"rendered":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/?p=1774"},"modified":"2023-10-31T13:42:21","modified_gmt":"2023-10-31T16:42:21","slug":"tjmt-tribunal-admite-hipervulnerabilidade-de-idosa-vitima-do-golpe-do-motoboy-e-mantem-condenacao-a-banco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/?p=1774","title":{"rendered":"TJMT &#8211; Tribunal admite hipervulnerabilidade de idosa v\u00edtima do golpe do motoboy e mant\u00e9m condena\u00e7\u0103o a banco"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1775\" src=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/PUBLICACAO-280-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/PUBLICACAO-280-300x300.jpg 300w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/PUBLICACAO-280-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/PUBLICACAO-280-150x150.jpg 150w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/PUBLICACAO-280-768x768.jpg 768w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2023\/10\/PUBLICACAO-280.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Quarta C\u00e2mara de Direito Privado do Tribunal de Justi\u00e7a de Mato Grosso (TJMT) decidiu manter, por unanimidade, a inexist\u00eancia de d\u00e9bitos referentes a contratos de empr\u00e9stimos, pagamentos e saques no valor de R$ 22.514,72; e de gastos no cart\u00e3o de cr\u00e9dito no montante de R$ 14.198,00, al\u00e9m dos encargos financeiros incidentes, bem como a condena\u00e7\u00e3o de um banco a pagar indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais no valor de R$ 8 mil, acrescido de corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria e juros, a uma cliente idosa, que foi v\u00edtima do chamado &#8220;golpe do motoboy&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A turma julgadora entendeu que ficou comprovada a falha na presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o por parte da institui\u00e7\u00e3o financeira, que deixou de exercer o dever de seguran\u00e7a sobre as opera\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias, absolutamente at\u00edpicas e destoantes das comumente realizadas pela consumidora idosa e, em raz\u00e3o disso, hipervulner\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O caso &#8211; Na a\u00e7\u00e3o de declara\u00e7\u00e3o de inexist\u00eancia de d\u00e9bito com pedido de indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais que originou o recurso, uma idosa impugnou empr\u00e9stimos, pagamentos e saques no valor de R$ 22.514,72; e de gastos no cart\u00e3o de cr\u00e9dito no montante de R$ 14.198,00, al\u00e9m dos encargos financeiros incidentes. Segundo ela, as movimenta\u00e7\u00f5es financeiras em sua conta ocorreram em dezembro de 2020, ap\u00f3s ter sido v\u00edtima do &#8220;golpe do motoboy&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme boletim de ocorr\u00eancia anexado nos autos, a idosa recebeu liga\u00e7\u00e3o de um suspeito que se identificou como funcion\u00e1rio do banco onde a idosa tinha conta corrente, que disse ter detectado uma compra de valor alto com o cart\u00e3o da cliente e que era necess\u00e1rio bloque\u00e1-lo por motivos de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O golpista, que tinha dados pessoais e banc\u00e1rios da v\u00edtima, como n\u00famero de telefone, endere\u00e7o e sabia da exist\u00eancia da conta e cart\u00e3o de cr\u00e9dito dela junto ao banco ao qual se passou por funcion\u00e1rio, solicitou dados da conta da cliente, incluindo a senha do cart\u00e3o e a orientou a escrever uma carta informando que n\u00e3o havia realizado a suposta compra de valor alto que um funcion\u00e1rio do banco iria buscar em sua resid\u00eancia. Logo em seguida, chegou \u00e0 casa dela um homem pilotando uma moto e levou a carta, juntamente com seu cart\u00e3o. Depois disso, ocorreram as compras, empr\u00e9stimos, pagamentos e saques fraudulentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A cliente do banco apresentou provas, como o boletim de ocorr\u00eancia, termos de declara\u00e7\u00e3o e termo de representa\u00e7\u00e3o criminal, al\u00e9m de c\u00f3pias de seus extratos banc\u00e1rios e de opera\u00e7\u00e3o, faturas de cart\u00e3o de cr\u00e9dito e os procedimentos administrativos que realizou junto ao banco para contestar as movimenta\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Do outro lado, o banco alegou a regularidade da contrata\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o apresentou quaisquer documentos relativos \u00e0 sua atua\u00e7\u00e3o no sentido de verificar a autenticidade das opera\u00e7\u00f5es at\u00edpicas realizadas na conta da consumidora e nem comprovou que ela tenha adquirido os empr\u00e9stimos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em seu voto, o relator, desembargador Guiomar Teodoro Borges, entendeu que ficou claro o acesso dos golpistas aos dados pessoais e banc\u00e1rios da autora, como n\u00famero de telefone, exist\u00eancia de conta e cart\u00e3o de cr\u00e9dito junto ao banco e o endere\u00e7o da v\u00edtima, o que contribuiu para que ela acreditasse no estelionat\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele buscou jurisprud\u00eancia em recursos especiais julgados recentemente pelo Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) e tamb\u00e9m em julgamentos anteriores da pr\u00f3pria C\u00e2mara de Direito Privado para embasar seu voto e chegou \u00e0 conclus\u00e3o que as transa\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias realizadas pelo estelionat\u00e1rio destoam sobremaneira daquelas usualmente feitas pela consumidora, o que exigiria a necessidade de verifica\u00e7\u00e3o, por parte do banco, da autenticidade das movimenta\u00e7\u00f5es financeira at\u00edpicas, como medida de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro ponto levado em considera\u00e7\u00e3o no julgamento foi o fato de a v\u00edtima ser idosa de 73 anos \u00e0 \u00e9poca dos fatos, o que a classifica como consumidora hipervulner\u00e1vel, de acordo com o Estatuto do Idoso e a Conven\u00e7\u00e3o Interamericana sobre a Prote\u00e7\u00e3o dos Direitos Humanos dos Idosos, situa\u00e7\u00e3o que refor\u00e7a a sua necessidade de prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Dessa forma, mostra-se adequada a senten\u00e7a que declarou a inexist\u00eancia dos d\u00e9bitos questionados, porquanto restou demonstrada a falha na presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o da institui\u00e7\u00e3o financeira. Assim, compreende-se que resta caracterizada situa\u00e7\u00e3o geradora de danos morais. De modo que restaram satisfatoriamente demonstrados os requisitos da repara\u00e7\u00e3o civil, que resulta, em consequ\u00eancia, na obriga\u00e7\u00e3o de indenizar&#8221;, registrou o relator.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com rela\u00e7\u00e3o ao valor da indeniza\u00e7\u00e3o, o desembargador destacou ainda que em casos semelhantes, a C\u00e2mara tem arbitrado condena\u00e7\u00e3o em R$ 10 mil, valor superior aos R$ 8 mil arbitrados pelo Ju\u00edzo de primeiro grau, que foi mantido. O voto foi acompanhado pela unanimidade da C\u00e2mara.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00famero do processo: 1026686-71.2021.8.11.004<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Tribunal de Justi\u00e7a do Estado de Mato Grosso<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Quarta C\u00e2mara de Direito Privado do Tribunal de Justi\u00e7a de Mato Grosso (TJMT) decidiu manter, por unanimidade, a inexist\u00eancia de d\u00e9bitos referentes a contratos de empr\u00e9stimos, pagamentos e saques no valor de R$ 22.514,72; e de gastos no cart\u00e3o de cr\u00e9dito no montante de R$ 14.198,00, al\u00e9m dos encargos financeiros incidentes, bem como a condena\u00e7\u00e3o de um banco a pagar indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais no valor de R$ 8 mil, acrescido de corre\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria e juros, a uma cliente idosa, que foi v\u00edtima do chamado &#8220;golpe do motoboy&#8221;. A turma julgadora entendeu que ficou comprovada a falha na presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o por parte da institui\u00e7\u00e3o financeira, que deixou de exercer o dever de seguran\u00e7a sobre as opera\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias, absolutamente at\u00edpicas e destoantes das comumente realizadas pela consumidora idosa e, em raz\u00e3o disso, hipervulner\u00e1vel. O caso &#8211; Na a\u00e7\u00e3o de declara\u00e7\u00e3o de inexist\u00eancia de d\u00e9bito com pedido de indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais que originou o recurso, uma idosa impugnou empr\u00e9stimos, pagamentos e saques no valor de R$ 22.514,72; e de gastos no cart\u00e3o de cr\u00e9dito no montante de R$ 14.198,00, al\u00e9m dos encargos financeiros incidentes. Segundo ela, as movimenta\u00e7\u00f5es financeiras em sua conta ocorreram em dezembro de 2020, ap\u00f3s ter sido v\u00edtima do &#8220;golpe do motoboy&#8221;. Conforme boletim de ocorr\u00eancia anexado nos autos, a idosa recebeu liga\u00e7\u00e3o de um suspeito que se identificou como funcion\u00e1rio do banco onde a idosa tinha conta corrente, que disse ter detectado uma compra de valor alto com o cart\u00e3o da cliente e que era necess\u00e1rio bloque\u00e1-lo por motivos de seguran\u00e7a. O golpista, que tinha dados pessoais e banc\u00e1rios da v\u00edtima, como n\u00famero de telefone, endere\u00e7o e sabia da exist\u00eancia da conta e cart\u00e3o de cr\u00e9dito dela junto ao banco ao qual se passou por funcion\u00e1rio, solicitou dados da conta da cliente, incluindo a senha do cart\u00e3o e a orientou a escrever uma carta informando que n\u00e3o havia realizado a suposta compra de valor alto que um funcion\u00e1rio do banco iria buscar em sua resid\u00eancia. Logo em seguida, chegou \u00e0 casa dela um homem pilotando uma moto e levou a carta, juntamente com seu cart\u00e3o. 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Em seu voto, o relator, desembargador Guiomar Teodoro Borges, entendeu que ficou claro o acesso dos golpistas aos dados pessoais e banc\u00e1rios da autora, como n\u00famero de telefone, exist\u00eancia de conta e cart\u00e3o de cr\u00e9dito junto ao banco e o endere\u00e7o da v\u00edtima, o que contribuiu para que ela acreditasse no estelionat\u00e1rio. Ele buscou jurisprud\u00eancia em recursos especiais julgados recentemente pelo Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) e tamb\u00e9m em julgamentos anteriores da pr\u00f3pria C\u00e2mara de Direito Privado para embasar seu voto e chegou \u00e0 conclus\u00e3o que as transa\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias realizadas pelo estelionat\u00e1rio destoam sobremaneira daquelas usualmente feitas pela consumidora, o que exigiria a necessidade de verifica\u00e7\u00e3o, por parte do banco, da autenticidade das movimenta\u00e7\u00f5es financeira at\u00edpicas, como medida de seguran\u00e7a. Outro ponto levado em considera\u00e7\u00e3o no julgamento foi o fato de a v\u00edtima ser idosa de 73 anos \u00e0 \u00e9poca dos fatos, o que a classifica como consumidora hipervulner\u00e1vel, de acordo com o Estatuto do Idoso e a Conven\u00e7\u00e3o Interamericana sobre a Prote\u00e7\u00e3o dos Direitos Humanos dos Idosos, situa\u00e7\u00e3o que refor\u00e7a a sua necessidade de prote\u00e7\u00e3o. &#8220;Dessa forma, mostra-se adequada a senten\u00e7a que declarou a inexist\u00eancia dos d\u00e9bitos questionados, porquanto restou demonstrada a falha na presta\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o da institui\u00e7\u00e3o financeira. Assim, compreende-se que resta caracterizada situa\u00e7\u00e3o geradora de danos morais. De modo que restaram satisfatoriamente demonstrados os requisitos da repara\u00e7\u00e3o civil, que resulta, em consequ\u00eancia, na obriga\u00e7\u00e3o de indenizar&#8221;, registrou o relator. Com rela\u00e7\u00e3o ao valor da indeniza\u00e7\u00e3o, o desembargador destacou ainda que em casos semelhantes, a C\u00e2mara tem arbitrado condena\u00e7\u00e3o em R$ 10 mil, valor superior aos R$ 8 mil arbitrados pelo Ju\u00edzo de primeiro grau, que foi mantido. O voto foi acompanhado pela unanimidade da C\u00e2mara. N\u00famero do processo: 1026686-71.2021.8.11.004 Fonte: Tribunal de Justi\u00e7a do Estado de Mato Grosso<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[62,857,1182,417,1181],"class_list":["post-1774","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria","tag-consumidor","tag-direitocivel","tag-fraudebancaria","tag-hipervulnerabilidade","tag-idoso"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1774","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1774"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1774\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1776,"href":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1774\/revisions\/1776"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1774"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1774"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1774"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}