{"id":3134,"date":"2024-09-26T14:14:27","date_gmt":"2024-09-26T17:14:27","guid":{"rendered":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/?p=3134"},"modified":"2024-09-27T14:06:58","modified_gmt":"2024-09-27T17:06:58","slug":"tst-sem-assistencia-do-sindicato-pedido-de-demissao-de-gestante-e-anulado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/?p=3134","title":{"rendered":"TST &#8211; SEM ASSIST\u00caNCIA DO SINDICATO, PEDIDO DE DEMISS\u00c3O DE GESTANTE \u00c9 ANULADO"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3135\" src=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1-90-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1-90-300x300.jpg 300w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1-90-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1-90-150x150.jpg 150w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1-90-768x768.jpg 768w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1-90.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/> <img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3136\" src=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/2-90-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/2-90-300x300.jpg 300w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/2-90-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/2-90-150x150.jpg 150w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/2-90-768x768.jpg 768w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/2-90.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/> <img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3137\" src=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/3-89-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/3-89-300x300.jpg 300w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/3-89-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/3-89-150x150.jpg 150w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/3-89-768x768.jpg 768w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/3-89.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3138\" src=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/4-53-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/4-53-300x300.jpg 300w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/4-53-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/4-53-150x150.jpg 150w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/4-53-768x768.jpg 768w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/4-53.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3139\" src=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/5-14-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/5-14-300x300.jpg 300w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/5-14-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/5-14-150x150.jpg 150w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/5-14-768x768.jpg 768w, https:\/\/marcelcolares.adv.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/5-14.jpg 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>A Subse\u00e7\u00e3o I Especializada em Diss\u00eddios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou examinar um recurso da 5M Com\u00e9rcio Atacadista e Varejista de Alimentos Ltda., de Diadema (SP), contra condena\u00e7\u00e3o ao pagamento de indeniza\u00e7\u00e3o a uma repositora que estava gr\u00e1vida ao pedir demiss\u00e3o. Com essa decis\u00e3o, o colegiado referendou o entendimento do TST sobre a mat\u00e9ria<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Dispensa n\u00e3o teve orienta\u00e7\u00e3o de sindicato<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com o artigo 500 da CLT, o pedido de demiss\u00e3o de quem tem estabilidade s\u00f3 \u00e9 v\u00e1lido quando feito com a assist\u00eancia do respectivo sindicato e, se n\u00e3o o houver, perante autoridade local competente do Minist\u00e9rio do Trabalho ou da Justi\u00e7a do Trabalho. Por sua vez, a Reforma Trabalhista (Lei 13.467\/2017) revogou o artigo 477, par\u00e1grafo 1\u00ba, que exigia a participa\u00e7\u00e3o do sindicato na rescis\u00e3o contratual.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A repositora, contratada em maio de 2020, pediu demiss\u00e3o tr\u00eas meses depois. Na a\u00e7\u00e3o, ela pediu a reintegra\u00e7\u00e3o ao emprego ou indeniza\u00e7\u00e3o pelo per\u00edodo de estabilidade porque n\u00e3o teve nenhuma assist\u00eancia sindical ou do Minist\u00e9rio do Trabalho em seu pedido de rescis\u00e3o contratual.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em sua defesa, a 5M sustentou que a trabalhadora escreveu carta de pr\u00f3prio punho com pedido de desligamento imediato, declarando expressamente que estava ciente de seu estado de gravidez e que \u201cabria m\u00e3o\u201d da estabilidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O ju\u00edzo da 4\u00aa Vara do Trabalho de Diadema (SP) julgou improcedente o pedido, destacando que a empregada j\u00e1 sabia da gravidez ao pedir demiss\u00e3o e, portanto, teria renunciado \u00e0 estabilidade. A senten\u00e7a foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2\u00aa Regi\u00e3o (SP), que levou em conta que o pedido de rescis\u00e3o partiu da repositora e que n\u00e3o foi demonstrado nenhum v\u00edcio de consentimento capaz de invalid\u00e1-lo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>TST anula demiss\u00e3o<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao julgar recurso da trabalhadora, a Terceira Turma do TST reconheceu o direito \u00e0 estabilidade provis\u00f3ria da gestante e condenou a empresa a pagar indeniza\u00e7\u00e3o substitutiva correspondente ao per\u00edodo da dispensa at\u00e9 cinco meses ap\u00f3s o parto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo o colegiado, o entendimento sedimentado do TST \u00e9 o de que a validade do pedido de dispensa de empregada gestante est\u00e1 condicionada \u00e0 homologa\u00e7\u00e3o prevista no artigo 500 da CLT.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o da Turma foi mantida pela SDI-1. O relator do recurso de embargos da empresa, ministro Hugo Scheuermann, ressaltou que o TRT decidiu em desacordo com o TST. Os precedentes citados destacam que a estabilidade da gestante \u00e9 um direito irrenunci\u00e1vel que visa proteger n\u00e3o s\u00f3 a m\u00e3e, mas a crian\u00e7a que vai nascer. Por isso, apesar da revoga\u00e7\u00e3o da exig\u00eancia da assist\u00eancia sindical pela Reforma Trabalhista, o TST firmou entendimento de que, nesse caso, \u00e9 indispens\u00e1vel a assist\u00eancia do sindicato ou, na sua falta, da autoridade competente que o substitua. A decis\u00e3o foi un\u00e2nime.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Processo:RR-1000357-33.2021.5.02.0264<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Tribunal Superior do Trabalho<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>#DireitosTrabalhistas #Gestantes #Estabilidade #Justi\u00e7a #Emprego #Indeniza\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Subse\u00e7\u00e3o I Especializada em Diss\u00eddios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou examinar um recurso da 5M Com\u00e9rcio Atacadista e Varejista de Alimentos Ltda., de Diadema (SP), contra condena\u00e7\u00e3o ao pagamento de indeniza\u00e7\u00e3o a uma repositora que estava gr\u00e1vida ao pedir demiss\u00e3o. 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A senten\u00e7a foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2\u00aa Regi\u00e3o (SP), que levou em conta que o pedido de rescis\u00e3o partiu da repositora e que n\u00e3o foi demonstrado nenhum v\u00edcio de consentimento capaz de invalid\u00e1-lo. &nbsp; TST anula demiss\u00e3o &nbsp; Ao julgar recurso da trabalhadora, a Terceira Turma do TST reconheceu o direito \u00e0 estabilidade provis\u00f3ria da gestante e condenou a empresa a pagar indeniza\u00e7\u00e3o substitutiva correspondente ao per\u00edodo da dispensa at\u00e9 cinco meses ap\u00f3s o parto. &nbsp; Segundo o colegiado, o entendimento sedimentado do TST \u00e9 o de que a validade do pedido de dispensa de empregada gestante est\u00e1 condicionada \u00e0 homologa\u00e7\u00e3o prevista no artigo 500 da CLT. A decis\u00e3o da Turma foi mantida pela SDI-1. O relator do recurso de embargos da empresa, ministro Hugo Scheuermann, ressaltou que o TRT decidiu em desacordo com o TST. 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