{"id":529,"date":"2021-07-26T16:00:02","date_gmt":"2021-07-26T19:00:02","guid":{"rendered":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/site\/?p=529"},"modified":"2023-07-03T17:11:08","modified_gmt":"2023-07-03T20:11:08","slug":"reves-em-pedido-de-arbitramento-de-honorarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marcelcolares.adv.br\/?p=529","title":{"rendered":"Rev\u00e9s em pedido de arbitramento de honor\u00e1rios"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Um advogado da regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre\/RS que teve seus poderes revogados pelo constituinte ajuizou a\u00e7\u00e3o para ver arbitrados honor\u00e1rios advocat\u00edcios em seu favor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Argumentou em s\u00edntese que a parte adversa havia contratado a sociedade empresarial em que inserida sociedade advocat\u00edcia e que na condi\u00e7\u00e3o de s\u00f3cio s\u00eanior desta fazia jus \u00e0 percep\u00e7\u00e3o de 25% dos respectivos honor\u00e1rios de \u00eaxito, cuja condena\u00e7\u00e3o segundo a inicial, alcan\u00e7aria o \u00eaxito de aproximadamente 400 mil reais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O escrit\u00f3rio @colaresconsultoria atuou na defesa do r\u00e9u e preliminarmente impugnou o valor dado \u00e0 causa, argumentando que se o \u00eaxito pretendido pelo referido advogado, era de 25% da condena\u00e7\u00e3o que segundo sua narrativa alcan\u00e7ava a import\u00e2ncia de 100 mil reais, que esse deveria ser o valor da causa. O ju\u00edzo acolheu a impugna\u00e7\u00e3o ofertada. No m\u00e9rito, defendeu o ponto de vista da parte r\u00e9, suscitando substancialmente que em nenhum momento havia sido atendido pelo advogado autor, que sequer o conhecia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nosso escrit\u00f3rio requisitou ao Ju\u00edzo, o depoimento pessoal da parte autora que, em audi\u00eancia de instru\u00e7\u00e3o, durante a inquiri\u00e7\u00e3o da parte autora pelo titular do escrit\u00f3rio @dr.mcolares, confessou que n\u00e3o havia promovido qualquer ato processual naquele feito, ofertando fundamento suficiente \u00e0 senten\u00e7a de improced\u00eancia em arbitramento de honor\u00e1rios, condenando o autor da a\u00e7\u00e3o ao pagamento de honor\u00e1rios fixados em R$ 1.500,00, nos termos do artigo 85, \u00a78\u00ba do CPC.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Inconformado com a fixa\u00e7\u00e3o aviltante da verba honor\u00e1ria, nosso escrit\u00f3rio interp\u00f4s recurso de apela\u00e7\u00e3o acerca da decis\u00e3o proferida pelo Ju\u00edzo de 1\u00ba grau, sustentando, em s\u00edntese que a fixa\u00e7\u00e3o dos honor\u00e1rios deveria observar o disposto no artigo 85, \u00a72\u00ba do CPC, ou seja, fixa\u00e7\u00e3o sobre o valor atualizado da causa. O recurso foi provido e a senten\u00e7a reformada arbitrando honor\u00e1rios de 12% sobre o valor atualizado dado \u00e0 causa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A decis\u00e3o transitou em julgado. Processo n\u00ba 0068849-53.2019.8.21.7000.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um advogado da regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre\/RS que teve seus poderes revogados pelo constituinte ajuizou a\u00e7\u00e3o para ver arbitrados honor\u00e1rios advocat\u00edcios em seu favor. Argumentou em s\u00edntese que a parte adversa havia contratado a sociedade empresarial em que inserida sociedade advocat\u00edcia e que na condi\u00e7\u00e3o de s\u00f3cio s\u00eanior desta fazia jus \u00e0 percep\u00e7\u00e3o de 25% dos respectivos honor\u00e1rios de \u00eaxito, cuja condena\u00e7\u00e3o segundo a inicial, alcan\u00e7aria o \u00eaxito de aproximadamente 400 mil reais. O escrit\u00f3rio @colaresconsultoria atuou na defesa do r\u00e9u e preliminarmente impugnou o valor dado \u00e0 causa, argumentando que se o \u00eaxito pretendido pelo referido advogado, era de 25% da condena\u00e7\u00e3o que segundo sua narrativa alcan\u00e7ava a import\u00e2ncia de 100 mil reais, que esse deveria ser o valor da causa. O ju\u00edzo acolheu a impugna\u00e7\u00e3o ofertada. No m\u00e9rito, defendeu o ponto de vista da parte r\u00e9, suscitando substancialmente que em nenhum momento havia sido atendido pelo advogado autor, que sequer o conhecia. Nosso escrit\u00f3rio requisitou ao Ju\u00edzo, o depoimento pessoal da parte autora que, em audi\u00eancia de instru\u00e7\u00e3o, durante a inquiri\u00e7\u00e3o da parte autora pelo titular do escrit\u00f3rio @dr.mcolares, confessou que n\u00e3o havia promovido qualquer ato processual naquele feito, ofertando fundamento suficiente \u00e0 senten\u00e7a de improced\u00eancia em arbitramento de honor\u00e1rios, condenando o autor da a\u00e7\u00e3o ao pagamento de honor\u00e1rios fixados em R$ 1.500,00, nos termos do artigo 85, \u00a78\u00ba do CPC. Inconformado com a fixa\u00e7\u00e3o aviltante da verba honor\u00e1ria, nosso escrit\u00f3rio interp\u00f4s recurso de apela\u00e7\u00e3o acerca da decis\u00e3o proferida pelo Ju\u00edzo de 1\u00ba grau, sustentando, em s\u00edntese que a fixa\u00e7\u00e3o dos honor\u00e1rios deveria observar o disposto no artigo 85, \u00a72\u00ba do CPC, ou seja, fixa\u00e7\u00e3o sobre o valor atualizado da causa. 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