Uma fábrica de produtos de comunicação visual terá que pagar indenização por assédio eleitoral ocorrido durante as eleições presidenciais de 2022.
A decisão foi tomada em um acordo com o Ministério Público do Trabalho e aprovada pelo juiz responsável.
Além de pagar a indenização, a empresa deve adotar medidas para evitar futuros casos de assédio eleitoral.
Se não cumprir, terá que pagar multas adicionais.
O caso envolveu um sócio da fábrica, que pressionava funcionários para que votassem em um candidato específico, oferecendo bônus e ameaçando demissões.
Os trabalhadores também foram forçados a participar de protestos sob a ameaça de descontos salariais.
A empresa foi investigada após denúncias e provas confirmaram o assédio.
Além disso, a fábrica teve que enfrentar acusações de tratamento desrespeitoso dos funcionários, que foram tratadas em um processo paralelo.
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